6 dicas para fazer uma apresentação interna na empresa

Mesmo para quem já tem experiência, as apresentações internas podem ser momentos de tensão. Falar bem e apresentar materiais relevantes é definidor na carreira de muitos profissionais. O que dizer, como dizer, com que organização, por meio de que recursos, em quanto tempo são todos elementos a serem levados em consideração pelo apresentador. Se as informações sobre cada detalhe não estão claras, é bom perguntar, a fim de obter parâmetros para o planejamento do evento, por menor que seja.

As dicas a seguir podem auxiliar na configuração de apresentações internas. Confira:

Escolha as tecnologias

Os recursos tecnológicos a serem usados podem impressionar, mas não são o principal para convencer ou informar pessoas. Se for o mais pertinente e simples, use materiais impressos, resumidos, mas eficazes. Se o melhor for empregar apresentações digitais, escolha entre os softwares disponíveis, como o Prezi, por exemplo. No entanto, não se pode perder de vista que a informação é o mais importante, esteja ela onde estiver, desde que com capricho e correção (inclusive de português!). Se for o caso, use sempre material com a identidade visual da empresa.

Seja pertinente

Para quem se vai fazer uma apresentação? Essa é a pergunta que dirige não apenas os conteúdos, mas a linguagem a ser empregada no material e na própria fala. O conhecimento sobre a audiência é fundamental para guiar modos de se apresentar, por exemplo, com menos ou mais formalidade, quantidade e qualidade das informações, interesse presumido da plateia.

Evite ler

Pode ser extremamente monótono ter de ouvir alguém lendo por muito tempo. O ideal é conseguir fazer uma apresentação em diálogo com a audiência, buscando a interação e segurando a atenção do máximo de pessoas, pelo maior tempo possível. Exceto para os dados mais detalhados ou para obter precisão, a leitura de trechos longos deve ser evitada.

Evite material prolixo

E para evitar a leitura excessiva durante a apresentação, é interessante diminuir as chances de isso acontecer. Ao compor um material, especialmente se for algo a ser mostrado na penumbra ou no escuro, evite textos longos, citações grandes e letras pequenas. Tente uma composição com frases em letras grandes, palavras-chaves ou mesmo imagens. Assim, a tentação de ler slides ou páginas será menor. Quanto mais a fala depender do apresentador, tanto melhor para aqueles que vão ouvir. E se, por algum azar, o material não ficar pronto ou falhar, você terá o controle e a condição de se apresentar, mesmo assim.

Não subestime o ouvinte

Sua plateia não está ali à toa. Você pode ir diretamente ao assunto, sem se perder em digressões. Mostre que houve preparo, de sua parte, para a apresentação. O improviso é uma habilidade necessária, para casos de falhas alheias à sua vontade, mas ele não deve ser a tônica das suas falas. É importante que as pessoas percebam que você se dedicou a aquele momento (que, afinal, custa caro para a empresa ou instituição).

Evite vícios de fala

Uma plateia atenta pode dar a impressão errada de que sua fala está sendo ouvida e compreendida. No entanto, pode ser que grande parte das pessoas esteja reparando em seus modos, gestos e vícios de fala. Ao saírem do ambiente, comentarão sobre quantos “aí” ou “daí” você disse, entre uma frase e outra, ou sobre quantos “compreendeu?” você usou para finalizar cada oração. Mesmo que esses (entre outros) sejam vícios difíceis de controlar e até tenham função linguística explicável (chamar a atenção, manter o diálogo, concatenar ideias, etc.), é importante monitorar sua fala para que se diga o necessário, sem esses apetrechos repetitivos que distraem os ouvintes.

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